Um blog sobre minha vida pacata e muitas vezes criticada

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21 de mai. de 2013

Contos do Falso Mundo - Livro de Jiang-Jin Vol. XII - Conto III

Wei-Wu sempre foi aquelas cidades ao norte de nosso lindo mundo onde tanto os azuis como so brancos se misturam. Ao lado das montanhas de Chinatsu, era a única conecção com a cidade portuária varios quilometros a frente. As montanhas altas com o clima relativamente frio fez grande sucesso para uma atmosfera mística em que as varias estruturas vermelhas e douradas subiam aos céus, tentando alcançar as nuvens e montanhas ao redor. Aquele era um lugar onde nekos do extremo do extremo norte floresciam. Sua cultura parecida mas ao mesmo tempo diferenciada da dos nekos do sul e afins. Nekos são nekos no fim das contas, e entre esse assunto e naquela cidade que não era tão grande assim, vivia uma jovem fêmea chamada Ya-Fen. Como seu nome teria dito a muitos, ela era um revitalizante, uma neka de cabelos negros longos e sedosos, uma vestimenta avermelhada que lhe subia pouco acima dos joelhos e sempre andava descalça com os pés de solas de veludo. Uma prostituta, muito requisitada pra se falar a verdade. Poucas vezes a veriam ociosa. Muitas vezes estava esperando clientes própriamente vestida no bordél com suas vestes mais onarmentadas, porém noite a dentro, muito tarde era vista pelas ruas vestindo quase nada enquanto distribuia sorrisos a todos que passavam ao seu lado. Requisitada em sua área, podia ser considerada uma das melhores profissionais do ramo em Wei-Wu. Nekos sabem valorizar essa profissão, alguns que não encotravam parceiros para sua defloração procuravam boas "damas ou senhores de uma noite" para maturamento. Ya-Fen sempre tinha sua agenda cheia, era como bem dito, raro encontra-la fora do quarto.
A madrugada daquela fria noite de inverno foi outro serviço especial para a nekinha; dona de atributos notáveis, estava deflorando um pobre neko que não aguentava-se na carne refrescante. Eram altas horas, os lençois vermelhos da cama do quarto remexiam, o incenso de rosas e beijinhos estava queimado na metade e a maior parte dos nekos, nekas e afins do bordel estavam com seus últimos clientes ou dormindo. O bordél era a casa de Ya-Fen desde o dia que ela havia se mudado de Yun-Zhen, a viajem foi longa, díficiu, solitária. Yun-Zhen tinha poucos habitantes e era muito perigosa não só pelo seu ambiente como por ser um dos paráisos de youkais no continente. Ao chegar em Wei-Wu, Fen estava semi nua, fominta, sozinha e coberta por uma capa toda esfarrapada. Poucos lhe deram atenção no começo e quando ela caminhou lentamente até a parte oeste da cidade (o bairro pobre), achou um pedaço de papel e prestando serviços a um neko escritor provavelmente falído pode escrever sua placa de serviço a qual ficou sentada durante semanas ao lado no pequeno beco escuro e sujo.
[Ya-Fen. Saúdavel. De Yun-Zhen. Bons atributos. 1 hora - três moedas de cobre.]
No começo foi difícil, o bairro de pobres tinha poucos nekos que estavam ligando para os desejos carnais quando a barriga roncava. Os que podiam sempre farfalhavam folhas e voltavam sempre. O corpo da neka era lindo, pele pálida com juntas roseadas, labios carnudos e rosados, delicadesa nas articulações, longos porem ensebados cabelos negros. Muitos ignoravam o cheiro que exalava da mal cuidada Ya-Fen, uma mistura de sujeira, relações e sereias mal conservadas (as vezes mato), quando a carne se unia a da neka. Aquele neko agitado do bordel naquela noite, a cama as vezes rangia enquanto Fen soltava gemidos com olhos fechados. Entregue ao contratador, o corpo de ambos pingando suor quente, os corpos fomintos gritando de satisfação, Fen enrubecida ao ponto de parecer tinta. A intimidade de carne macia envolvendo o orgão do virgem neko, massageando-o com seus sucos naturais e textura agradavel.
" -Fen-sama... - suspirava o neko jovem - Fen-sama..."
" -Oh, não meu senhor! - gemia exageradamente - Não; chamai-me de Fen meu senhor, Oh!"
Ofegante, o neko continuou o amor e logo jogou-se sobre Fen, abraçando-a. Fen rebribuiu o abraço com os braços e pernas trancando o jovem em um abraço sem escapátoria. Seria rápido... O suco de neko já soltava seus pingos, nesse momento Ya-Fen sempre gostava de respirar fundo. No momento que o mesmo chegara a seu limite, o leite preenchia o intimo de Fen com fartura, ambos gritando madrugada de inverno adentro.
O jovem neko recem-formado foi-se embora entre beijos e caricias e promessas de retorno, Ya-Fen ficou mais rica com quarenta peças de ouro. Vinte iriam para o bordel que era extremamente luxuoso, a noite mal havia começado, havia mais clientes. A próxima seria uma nobre vampira que em viajem de comércio estava cançada do himem milenar. Tomou-se um banho rápido na terma dos fundos do bordél, o leite do ultimo cliente escorrendo para fora aos poucos e dissolvendo na água fervente.
Fen foi surpreendida pela cliente ter chegado mais cedo, foi-se nua mesmo para o quarto seguida pela tímida vampira. Ao estarem com portas fechadas, Ya-Fen se virou para a mesma e sorriu. O sorriso de uma nobre profissão que Yume trouxe ao mundo, de dar prazer aqueles que querem aprender ou relaxar, uma arte pessoal e que para uma dama como Ya-Fen, prometia-a mais e mais anos de tranquilidade no bordel de An-Bai.
" -Prometo-te, - disse Fen, nua e com o corpo escultural se deitando na cama de lençois vermelhos - após essa noite, você entendera o que é a pura arte do corpo.




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