Um blog sobre minha vida pacata e muitas vezes criticada

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17 de jul. de 2013

O Convento - Cap. 0 - Background.

Mundus é uma terra onde os mortais vivem. Existem quatro raças dominantes, cada qual com sua região de origem e costumes e crenças próprios. Muito como outras das prováveis realidades que se diversificam através do que os olhos mortais (e até mesmo alguns imortais) desconhecem. Em um mundo onde a magia e a ciência não só convivem lado a lado como podem ser misturadas, é presumível que as possibilidades sejam ilimitadas correto? Errado.
Mundus é uma terra de mortais, aos quais gostam de criar limitações sociais de acordo com o gosto de suas massas. Humanos são uma raça dividida em diversas nações, muitas diferentes umas das outras. Costumes e até mesmo vestimentas e ferramentas diferentes umas das outras. Com exceção de algumas coisas e outras, humanos apesar de dividirem a mesma raça, agem como se fossem raças separadas e alguns até iriam preferir assim.
Phazers por sua parte são uma raça de tribalistas avançados. São famosos por sua cultura muitas vezes liberal, sua união de estados e sua liderança única são para muitas outras raças (grandes e pequenas) algo admirável. Porém se os phazers fossem tão maravilhosos como parecem a primeira vista, raças mais cultas como alguns estados humanos e cubiteys iriam deixar suas fronteiras sem guardas. Apesar de as grandes liberdades, por essas próprias os phazers são conhecidos por sua vida desregrada e submundo florescente. Dizem em tabernas que uma guilda de ladrões só estara completa quando um phazer estiver encarregado de roubos; que uma ordem de assassinos só estará completa quando um phazer estiver no meio; que uma tropa punitiva ou uma missão de pilhagem só será bem sucedida com um batalhão de phazers mercenários. Livres por natureza e por sociedade, os phazers utilizam-se de todos os meios para fazerem o que querem e terem o que querem. Pode-se dizer que os phazers vivem pelo mais forte e fazer uma mãe chorar está entre seus passatempos prediletos.
Elfos por sua parte são amantes da paz, quase sempre encontrados em matas fechadas ou cavernas profundas, os poucos que vivem em desertos são extremamente isolados e as vezes atacam sempre com medo de ser outra brigada phazer ou similar. Negam qualquer forma de tecnologia manufaturada ao custo de preciosos berçários naturais, preferem lutar sem armadura ou até mesmo espadas de ferro se assim puderem preservar uma árvore. Elfos vivem pouco tempo, muito pouco. Ao mesmo tempo que precisam comer, tentam evita-lo para não causar danos a natureza ao seu redor, não existem estados, apenas tribos quase iguais e quase sempre por volta dos cinquenta anos mortais, já estão preparando-se para a morte, uma vez que carregados de culpa por toda a comida que consumiram resolvem em sua maioria parar de comer até a morte. Tal pureza de corpo e mente os torna uma das raças mais favorecidas pelos deuses mais conservatórios, deixando-os como uma das raças com maior numero de milagres ocorrendo sempre que possível.
Por fim existem os Cubiteys, apesar de algumas similaridades, eles se parecem com os humanos em muitos aspectos com exceção da vida desregrada que levam. cubiteys desdenham de qualquer forma de religião ou crença, sua maior parte de população vivem em terras desoladas que surpreendentemente os satisfazem e até os fazem prosperar. São uma raça relativamente misteriosa e hábeis senhores de magia. Porem seus milagres são quase nulos e são apenas conhecidos em sua maioria pelas suas tropas pesadas mercenárias e os eternos conflitos armados que matem com os elfos. Alguns grupos cubiteys também entram em guerra com outros grupos de outras raças, entretanto, pode se dizer que o inimigo mortal por natureza de um pecador, é um abençoado.
As visões gerais de Mundus mostram-no como a vida lá parece ser comum...Porém, nada além da aparência é bela em Mundus. Mortais, por sua única chance de poderem realizar, comentem erros denovo e denovo. Intrigas pessoais e estatais são comuns em Mundus e muitas vezes a vida de um mortal acaba antes mesmo de ter começado.  Alguns vivem tentando levar suas vidas tranquilamente, sem irritar os outros. Outros simplesmente querem causar a dor e tomar o que é dos outros. Mundus é uma terra onde é difícil de se viver e muito provavelmente outra história triste está para nascer. Muitos creem que a morte é o lugar onde vão poder aliviar suas dores mortais... Apenas para acordarem no Convento, e ver como até mesmo após a morte, você pode estar em uma situação pior... Morrer em Mundos não é o fim de sua existência... Morrer no Convento que é. Enquanto os recém-mortos sofrem a possibilidade do fim eterno, do simplesmente impensável deixar de existir, os mortais em Mundos sofrem as diversas coisas, muitos desejando a tranquilidade que creem que apenas a morte pode trazer-lhes.

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